domingo, setembro 17, 2017

Pode ser o genérico, sff.

sábado, setembro 16, 2017

The Shallows (2016)

É impressionante - e provavelmente frustrante para muitos realizadores - que uma miúda gira de bikini e um tubarão-branco irritado sejam mais do que suficientes para orquestrar um bom filme de hora e meia. Sim, leram bem, não simplesmente um filme qualquer, mas um bom filme. E é isso mesmo que o catalão Jaume Collet-Serra ("Orphan" e duas Neesonezadas competentes) consegue aqui graças a uma cinematografia de excelência onde os silêncios, as expressões faciais, a dor e o desespero da muito mais talentosa do que muitos julgam - pelo pacote, claro - Blake Lively arranca enchem a tela de credibilidade e o espectador de ansiedade. Tudo uma maravilha até ao quarto de hora final, onde a solução pensada para despachar a coisa mergulha a narrativa no mundo fantasioso da sétima arte e rouba a carne-e-osso ao tubarão agora desenvergonhadamente digital. Ainda assim, um nível acima dos vários exemplares que apareceram nas últimas décadas em homenagem a "Jaws", um thriller distinto que consegue manter a tensão sem precisar de recorrer aos inúmeros clichés do género - usando-os, inclusive, para enganar o espectador. E não, não vou acabar isto sem falar da gaivota. Steven Seagull. Tão simples e eficaz que enerva.

sexta-feira, setembro 15, 2017

Weird Chan

quinta-feira, setembro 14, 2017

Harry Dean Stanton (1926-2017)

quarta-feira, setembro 13, 2017

Serbuan maut (2011)

Amigos e amigas, eis o melhor filme indonésio que já vi. E, também, de longe, o pior. Já perceberam, foi o único até agora. Olha que espécie de piada foleira para começar isto, uma homage a algumas mentes brilhantes que por aí andam e não têm noção que fazem isto constantemente durante os seus textos. E o que dizer então deste "The Raid", talvez a obra cujos tomates mais foram massajados nas redes sociais esta década? Pancadaria da grossa, vinte polícias de elite contra trinta pisos de inferno, um filme que se fosse representado em forma de pessoa era o Mike Tyson: fortíssimo no que ao físico diz respeito - no ringue (ou seja, na bordoada) valeu tudo -, mas patético quando se comporta e abre a boca fora dele. Sim, argumento e diálogos disparatados, interpretações no limite da admissão no agrupamento de teatro da Escola Básica de Alfragide. E por falar no assunto, já sabem a história da brasa que não parava de coçar as bolas ao namorado? Não, não era amor. Eram sim, saudades das suas. Decepção equiparada à que eu tive com esta visita a Jacarta.

terça-feira, setembro 12, 2017

COMICuzinhos #15

segunda-feira, setembro 11, 2017

Nothing.

domingo, setembro 10, 2017

Berlin Syndrome (2017)

Três belíssimas interpretações nesta mais recente experiência da australiana Cate Shortland ("Somersault" e "Lore"): o cruelmente normal Max Riemelt, a sufocante Teresa Palmer e, por fim, os interessantíssimos marmelos desta última, sempre apontados na direcção certa quando chamados para animar uma narrativa demasiado soluçante, onde o pânico vem do quotidiano banal, da simplicidade aparente e honesta do "monstro", da salvação constante tão perto quanto tão inacessível. Duas horas aceleradas nos quinze minutos finais, onde tudo o resto que acontece é previsível e esperado - ou não haveria filme sequer. Meh.

sábado, setembro 09, 2017

O Bar da Lagoa Negra

sexta-feira, setembro 08, 2017

That's gold Jerry, gold!

quinta-feira, setembro 07, 2017

COMICuzinhos #14

quarta-feira, setembro 06, 2017

Nas Nalgas do Mandarim - S04E23

terça-feira, setembro 05, 2017

El Bar (2017)

Todos sabemos que o basco Álex de la Iglesia ("El día de la bestia") não bate bem dos carretos. Ou seja, um ponto a favor para esta espécie de filho bastardo de uma relação pecaminosa entre Peter Jackson e Guillermo del Toro. Dito isto, dá jeito não deixar que esse espírito "que se f#da" tome conta da lógica interna da narrativa, transformando uma mão cheia de personagens interessantes em caricaturas que tomam uma série de decisões sem qualquer sentido, incapazes de raciocinar, aptos apenas para reagir da forma mais absurda possível de modo a possibilitar que Iglesia vá desbloqueando o guião à maneira que a coisa aperta. O conceito - que anda a ficar batidinho e aqui foi logo denunciado no genérico inicial - dava para uma bela sátira ou para uma experiência suja e dura de terror; esta mistura pateta é que não deu com nada.

segunda-feira, setembro 04, 2017

Hey Siri, Call 911. End of movie.

domingo, setembro 03, 2017

Ai Pablo, Pablo.

sábado, setembro 02, 2017

COMICuzinhos #13

sexta-feira, setembro 01, 2017

Nalgas Flash Review: Brain Damage

quinta-feira, agosto 31, 2017

American Made (2017)

"Achas que vai ser giro?", perguntou-me a minha mulher segundos após o fim dos trailers, enquanto um tipo que não tomava banho há quatro semanas derramava um balde inteiro de pipocas. "Claro que sim, tem o Tom Cruise", respondi eu. Pode soar um bocadinho gay, mas disse alguma mentira? Nas mãos habilidosas - atenção que não disse talentosas - do tarefeiro Doug Liman, eis mais uma história verídica relacionada com o cartel de Medellín e o agora tão em voga Pablo Escobar que fascina pela sua excentricidade. Cinematograficamente, tudo certinho, tudo de acordo com a fórmula de quem sabe o que é suficiente para conquistar o público e não irritar a crítica por aí além, sem brilho nem grandes riscos, numa perspectiva de vilão-herói que merecia, no mínimo, deixar o voto de consciência para o espectador e não, como foi feito, a construção de uma figura meramente vítima de uma série de circunstâncias que nunca lhe deixaram outra hipótese que não a tomada. Nada que importe muito porque, e voltando ao início, "com o Tom é sempre giro".

quarta-feira, agosto 30, 2017

Arnie isn't even trying anymore

terça-feira, agosto 29, 2017

COMICuzinhos #12

segunda-feira, agosto 28, 2017

Mais uma, Cruise.

domingo, agosto 27, 2017

Nas Nalgas do Mandarim - S04E22

sábado, agosto 26, 2017

Death Note (2017)

Ponto prévio: não conheço o material base que dá origem a esta adaptação cinematográfica da Netflix, mas desconfio que um(a?) manga que se desenrola ao longo de mais de cem capítulos não consiga mostrar o que vale numa americanização de hora e meia. Ainda para mais, uma estilização demasiado superficial, sem qualquer tipo de caracterização aprofundada ou sequer relacionamento com a "besta endeusada", numa espécie de "Donnie Darko" meets "Gossip Girl", com promessas de espectáculo - aquela decapitação inicial - mas desenrolar de telenovela, ao som de uma mão cheia de clássicos que não encaixam, nem por sombras, na bizarria que para ali vai. Mesmo "L", provavelmente a mais interessante de todas as personagens, perde-se na infantilização da narrativa e dos seus propósitos, salvando-se num final que oferece uma ou duas reviravoltas ainda assim inesperadas no meio de tanta tolice. E eu que andava numa espécie de romance com Adam Wingard.

sexta-feira, agosto 25, 2017

Tobe Hooper (1943-2017)